Como foi o meu desenvolvimento até chegar à 8ª série? Como seria a escola e o professor ideal? Como eu vejo o papel do colégio na minha formação? Estas foram algumas perguntas feitas em um bate-papo com alguns estudantes do último ano do Ensino Fundamental na manhã de terça-feira, 20 de agosto.
A atividade, que integrou a programação da Semana do Estudante dos Anos Finais, contou com a presença de Luciane Bergue, facilitadora gráfica que utilizou a ferramenta para compor um painel com todas as percepções dos alunos. Com o auxílio da coordenadora dos Anos Finais, Rafaella Messina, e da psicóloga educacional, Greicy de Araújo, os estudantes foram estimulados a falar sobre o ensino, as expectativas em relação ao futuro e os desafios da vida escolar.
Conforme os estudantes, “o professor tem que ser amigo para facilitar a aprendizagem. A relação entre os dois [professor e aluno] tem que ser de parceria”. O que mais eles sentem falta é de educadores que escutem o aluno, estimulando-o a participar e a pensar. “Devemos sair da monotonia e tornar as aulas mais inovadoras e interativas”, sugeriu Eduardo, da 8B.
Em relação aos conteúdos ensinados, é necessária uma contextualização para que os alunos saibam como utilizar o que foi aprendido na vida prática, e uma oferta de disciplinas opcionais, como música, teatro e culinária, para desenvolver outras habilidades. “A gente precisa de uma escola que faça mais perguntas e que queira menos respostas”, frisou Guilherme, da 8E.