
Um mix de literatura e música deixou a manhã chuvosa do dia primeiro de outubro bem animada durante a abertura da XXVII Feira do Livro do Farroupilha. As turmas do 1º e 2º anos do Ensino Fundamental, coordenados pela professora da música, Giane Ramos, realizaram a apresentação inicial cantando a música “Versos Simples”, da banda Chimarruts. A professora Lúcia Lamb destacou aos presentes o trabalho literário desenvolvido com os estudantes em sala de aula. Depois, foi a vez da aluna Gabriela Azambuja apresentar a biografia do Patrono e desejar boas-vindas em nome dos estudantes. Já o patrono da Feira, Fabrício Carpinejar, conversou com os alunos sobre a magia da literatura. “Precisamos desvendar os mistérios e ter curiosidade para descobrir realmente o que gostamos”, comentou. Carpinejar elogiou o Farroupilha que demonstra, com a realização deste evento, o envolvimento que possui com a cultura e a leitura. “São quase trinta anos de Feira do Livro. O Colégio propõe discussões, realiza oficinas e valoriza a literatura gaúcha através de atividades lúdicas, isso mostra como os professores e alunos são comprometidos”, enfatizou.
Logo após, Thedy Corrêa, pai de aluna do Colégio, cantou alguns clássicos da Banda Nenhum de Nós para o público que interagiu muito. A diretora Marícia Ferri falou sobre a importância da leitura na vida dos alunos e desejou que todos possam aproveitar os espaços de interação que a Feira irá proporcionar. O evento contou com a presença do Presidente da ABE de 1858, Fernando Carlos Becker, de representantes das editoras, professores, alunos e colaboradores.
A abertura oficial da Feira acontece às 17h, com a apresentação da Orquestra de Flautas Villa-Lobos, recitando clássicos da música popular brasileira e estrangeira e com homenagem a Casa de Cultura Mario Quintana.
Conheça mais sobre Fabrício Carpinejar
Fabrício Carpinejar é poeta, jornalista e professor universitário, autor de dezenove livros, pai de dois filhos e também muito reconhecido por seus blogs. Carpinejar, como ele próprio assina, nasceu em Caxias do Sul - Rio Grande do Sul, e logo foi morar em Porto Alegre, onde cursou a faculdade de Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). No seu primeiro ano de faculdade publicou seu primeiro poema na revista da Faculdade de Comunicação. Carpinejar também ganhou muito destaque, além de seus obras literárias, por seus vários blogs onde publica muitos de seus textos e escreve sobre outros assuntos pertinentes, como futebol, e é também muito requisitado para participar de eventos e dar palestras. No início, Carpinejar trabalhou na imprensa, e em 1998 publicou seu primeiro livro: “As Solas do Sol”. Desde então, Carpinejar também escreveu diversas obras, entre elas: "Meu filho, minha filha", "Canalha", "Diário de um apaixonado", "Mulher perdigueira" e outros e foi agraciado por muitos prêmios, como o "Prêmio Nacional Olavo Bilac" da Academia Brasileira de Letras no ano de 2003.