

Regado por muita descontração e alegria, o casamento caipira foi um dos momentos mais esperados da Festa Junina. Realizado antes da dança da quadrilha, os noivos, representados pelos estudantes, Giordano Pereira e Eduarda Mello, familiares, padrinhos, padre e convidados (todos integrantes do grupo de teatro do Farroupilha) percorreram o caminho da roça até o altar montado na quadra poliesportiva, onde o casamento foi celebrado e a comemoração, com a Dança da Quadrilha teve início.
Conta a história que a tradição de realizar o casamento caipira nas festas juninas está relacionada às festas de São João européias, que celebram os casamentos e as aspirações matrimoniais. No entanto, os casamentos na roça são sátiras aos casamentos tradicionais, pois eles esbanjam bom humor.
Dança do Império que virou popular
Dança típica de festas juninas, predominante principalmente na região Nordeste do Brasil, a quadrilha foi encenada pelos alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental. Ela é originária de velhas danças populares de áreas rurais da França (Normandia) e da Inglaterra. Documentos atestam que essa manifestação artística foi introduzida no Brasil pela elite imperial, possivelmente em 1820. A quadrilha era a dança preferida para abrir os bailes da Corte durante o Império. O estilo de dança aristocrática foi popularizado nas ruas e nos clubes populares, ganhando vários sotaques regionais Brasil a fora.
Neste ano, além de valorizar a cultura gaúcha, a Festa Junina do Colégio celebrou as diferentes culturas regionais do Brasil.
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