Espaço que possibilita e sustenta sonhos, desejos e esperanças, a escola precisa construir, desconstruir, desapegar-se de alguns conceitos, aprender e reaprender a todo o instante para re(pensar) a sua prática diante de novos desafios sociais. Os caminhos para a aprendizagem no século XXI oferecida por essa escola inventora de um novo mundo é o tema da edição de maio/junho da Revista Farroupilha.
Renomados especialistas da área de educação falam sobre projetos e iniciativas que promovem a troca intelectual e afetiva no ambiente educativo, valorizando as diferenças e as singularidades de cada um. A escola, conforme o professor da School of Life (Escola da Vida), David Baker, deve trabalhar a inteligência emocional dos alunos. “Ela gera maior motivação e liderança, ajudando a liberar e a melhorar talentos e habilidades, como a resiliência, contribuindo para que os alunos sejam mais equilibrados, autônomos e capazes de enfrentar o mundo”, explica Baker.
Para a psicanalista e filósofa, Viviane Mosé, a educação contemporânea deve estimular métodos de pesquisa. “É isso que vai dar poder ao aluno para se defender da invasão de conteúdo e do excesso de informação inútil, ajudando-o a encontrar um rumo pessoal”, argumenta a especialista.
Defensora da ideia de que a escola precisa desescolarizar-se, ou seja, mudar paradigmas para envolver novas formas de aprendizado, a educadora Ana Thomaz, explica como a educação pode ser usada para gerar novos valores e tornar-se mais colaborativa em entrevista reproduzida nas páginas 28 e 29.
Contribuições enriquecedoras relacionadas ao papel da escola e do professor no século XXI, voltados para o aprendizado de uma geração de alunos inquietos estimulados por um novo mundo de informação e tecnologias avançadas, podem ser conferidas na edição de nº 112 da Revista Farroupilha. Acesse aqui ou abaixo.