
Traçar metas e objetivos para crescer com qualidade e excelência em educação da mesma forma com que o Colégio Farroupilha vem trabalhando nesse sentido nos últimos tempos. Esse, conforme o vice-reitor, Rui Vicente Oppermann, é o principal objetivo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Acompanhado pelo pró-reitor de Pesquisa, José Carlos Frantz, e pelo chefe de gabinete, João Roberto Mello, o vice-reitor da UFRGS participou de reunião com professores e colaboradores do Farroupilha, na noite de 02 de abril. Durante o encontro, no Auditório do Colégio, o presidente da Associação Beneficente e Educacional de 1858, Fernando Carlos Becker, falou sobre a responsabilidade assumida pelos docentes de melhorar os índices de educação no país. “Temos um corpo qualificado e projetos para termos um ensino de qualidade”, avaliou Becker.
Duas iniciativas do Colégio Farroupilha focadas na capacitação e formação de professores foi comentada pela diretora pedagógica, Marícia Ferri. “Estamos em constante processo de reflexão. Prova disso é que estamos realizando a segunda edição do Inteligência Coletiva, evento gratuito e que conta com a participação de especialistas em educação, planejado especialmente para que professores das redes pública e privada tenham a oportunidade de trocar e compartilhar experiências pedagógicas enriquecedoras e inovadoras. Além disso, estamos lançando a Escola de Professores Inquietos, que vai oferecer cursos rápidos para os docentes que estão buscando alternativas para se aprimorar”, anunciou Marícia.
Novidades, oportunidades e desafios da UFRGS para a graduação e a pós-graduação, centradas na busca por novos olhares e caminhos para o ensino, à aprendizagem e a formas de comunicação foram mostradas pelo vice-reitor durante a reunião. “As tecnologias alternativas de ensino são mandatórias, a criação de redes onde o docente trabalha mais como facilitador do que como instrutor e líder são desafios diários da universidade na formação de professores para a formação básica”, explicou Oppermann. Para o pró-reitor de Pesquisa, José Carlos Frantz, as semelhanças entre a UFRGS e o Colégio Farroupilha contribuem para que o docente tenha um novo perfil de aluno em sala de aula. “O aluno de hoje é desafiador, tem capacidade para entender e buscar conhecimento. Ele enfrenta as dificuldades, sabe atingir metas e tem domínio da Língua Inglesa, o que lhe permite ter o domínio de um mundo global”, concluiu Frantz ao elogiar o trabalho realizado pelo Centro Aberto de Cambridge no Colégio Farroupilha.